Por Maurício Rodrigues
Geração Y.
Hedonismo.
Prazeres aguçados pelo frenetismo de imagens e sons digitais.
Crianças quase que automatizadas pelo circuito intesivo de desenhos e filmes que permearam a infância da década de 90.
Isso é só uma contextualização da adoração por um gênero consagrado dessa década: os filmes de serial killer, suspenses adolescentes e quase que caricatos de jovens modelos que muito mais precisam de um corpo bonito ensanguantado do que uma boa atuação. Mocinhas dóceis, as clássicas cheerleaders incoporadas no imaignário mundial, o namorado perfeito, o sádico e encorpado garoto com um sorriso demoníaco e sangue, muito sangue. A internet disseminou a receita do sangue falso e centenas das crianças crescidas dos 90's agora querem reproduzir a mágica da carnificina hollywodiana, queremos colocar o clichê americano como nossa veste de diversão e visualizar todo o erotismo, comédia e sadismo dos filmes que nos influenciaram: a triologia pânico (com um gostinho de século 21 em pânico 4), eu sei o que vocês fizeram no verão passado, lenda urbana, entre outros.
PPânico, porque não adianta só a copia sem a autoreferenciação: seu pior ppesadelo.
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